segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Das duas uma...

Hoje estou com uma "energia" negativa. Não quero voltar a escrever coisas neste blog que não sejam boas. Não nos tempos mais próximos. Até porque sei que amanhã vou acordar e já não vou estar assim. Porquê? Não vou guardar as memórias que são erradas porque amanhã vou ver o certo assim que chegar ao meu destino. É assim que as coisas são. Chegamos ao nosso objectivo e das duas uma: ou bate certo. Ou simplesmente não bate. Hoje não bateu. Ontem e amanhã baterá certo. Desculpa... Por seres tudo para mim e eu não te estar a dar sequer o meu pior.
Há pouco tempo escrevi "amo-te...e por isso odeio-te"... Sempre te disse que não sabia se era amor. E agora tive a resposta. Por ti foi apenas o desenho do ideal. Que se mostrou errado. Amar não é ansiar sem resposta, é nem sequer ter de esperar pela fala do outro. Amar não pode ser chorar, sorrir, chorar. Amar é rir, lacrimejar, rir... Amar não é esperar 24horas, 24dias ou seja o que for por um beijo. Amar é não haver espaço entre dois beijos seguidos. Não consigo amar aquele que fala sobre mim, mas aquele que conversa comigo. Só estou a escrever tontices. Mas não te posso ter amado. Senti por ti um desejo que cresceu pela ausência de resposta. Agora amo-te? Tenho a certeza que sim. Porque sinto todos os sintomas do amor. Sintomas esses que só vêm no nosso dicionário. Porque o amor pode ser isso, um dicionário que todos podem ler, mas apenas duas pessoas o criam e percebem. Duas? Uma! Assim como muitas vezes termino neste blog:

Amo-te!

Mas........

Por isso sou feliz!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Nunca é tarde

É verdade. Nunca é tarde para começar... Ou recomeçar. Habitualmente escrevo neste blog simplesmente porque tive um dia mau e preciso de desabafar (por escrita. Parece estranho, não?). Mas hoje apetece-me escrever porque acho que nunca é tarde. Estou feliz. E essa felicidade dura há quase um mês. Tantas lamentações que escrevi e tantos erros que cometi. Sempre soube que voltaria a sentir algo de fascinante por outra pessoa. E aqui estou eu: estranhamente alegre. Como não me sentia há muito tempo. Não posso dizer que o passado está totalmente no passado e que já não me incomoda, porque seria mentira. Mas agora quero começar uma nova etapa da minha vida. Ou melhor, já comecei. Um grande amigo tornado nisto: algo paradoxo e inimaginável. Estou completamente apaixonada e isso tranquiliza-me porque sempre o conheci e soube que era uma pessoa com quem se pode sonhar mas também viver. Obrigada a seja lá quem for que isto deve ser agradecido. Talvez a ti...
Estou feliz. E isso é tudo.

=)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Dias que insistem todos os anos...

Dois anos seguidos em que o mesmo dia, pela mesma hora, não deviam acontecer. Dois dias. Dois anos. Duas vidas posso mesmo dizer. Duas vidas que perdemos, duas que forçadamente ganhamos. Duas almas que admiramos, dois corpos que continuam presentes mas intocáveis. Como é que por vezes chegamos a pensar que é triste, ou mesmo perigoso perdermos uma paixão quando o que realmente nos pode arruinar é perdermos sonhos. Dois. Dois sonhos com vida, com corpo e alma.
E é isso que custa, saber que está tão perto e é tão pouco possível. Perceber que não pode depender de nós voltar a ter aquilo que "sempre"/sempre tivemos. É irónico... E cá estou eu: a escrever porque apesar de ter tido um bom dia, ele terminou de uma forma pouco favorável. Risos de loucura? voltarão a haver? Que se lixe tudo aquilo que não acredita que a loucura tem risos e lágrimas porque foi isso que aprendemos. E nada mais. Nada mais?... Nada mais!!!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Don´t Stop...

Seria desnecessário parar. Já está no passado. Porque não continuar a escrever o futuro?...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Verao-Outono-Inverno-Primavera-Verao.

Não quero que faça um ano.
Sim, é verdade: era Verão.
Muitas vezes dizem que as férias de Verão são a época das grandes paixões E as outras estações? São a continuação de tudo?
As épocas frias são quando sentimos mais necessidade de termos alguém do nosso lado. Já a Primavera, é a altura em que vimos tudo mais bonito. Onde nos sentimos mais alegres. (Mais apaixonados?) Afinal qual é a altura do ano em que não amamos? Amei-te em todas elas, sem excepção. Apena não quero que uma data se complete.
As audições voltaram. É engraçado, continuo a amar-te.
O último abraço que te dei foi a minha maior tentativa de um "adeus". Já não te re-conheço (sublinho o re-conheço mal escrito). Mudaste. Ainda bem? Quem me dera que fosses o mesmo. Todos os dias me pareces belo. Possuis uma beleza sem fim... Que so eu sou capaz de ver.
"A Verdade, seja ela qual for, é sempre menos terrível que a incerteza". Gostava que Tchékov tivesse um dia conversado contigo. A incerteza é terrível! Viver na incerteza é como viver num labirinto sem saída. Todas as vezes que não te amei foi por não saber se me deixavas amar-te. Nunca mo disseste. Nunca respondeste. Por vezes penso o quão parva fui em não te ter mostrado quem sou e não te ter feito ver o tamanho de tudo aquilo que fui por ti. Já não são precisas mais palavras, elas estragaram sempre tudo: fosse pela sua presença ou pela sua ausência.

Embora agora já não seja capaz, Amo-te P. E mesmo que saiba que isso não é eterno, tudo em mim diz agora que sim.

Adeus?...
Adeus!


(Tudo isto foi escrito antes de dia 14 de Julho)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Trocar!

Fecha os olhos.
Agora, imagina-nos na cena do livro.
Consegues imaginar?
Cada palavra, cada olhar, cada explicação que ainda não compreendemos.
Mesmo assim... Consegues ver-nos?
Qual é o efeito?
"Nas tuas orações lembrados sejam meus pecados todos"..."Agradeço humildemente: bem, bem, bem"... "Não, eu não. nunca te dei nada"... "Deus deu-vos uma cara mas vós fabricais outra"... "Vai para um convento e vai depressa"
É nisto que tudo se resume. Percebes?

"Afecto! Ora, falas de acordo com teus verdes anos. Incautos em tão perigosa circunstância. Acreditas mesmo nisso a que chamas de sinais?"

A resposta será sempre: "meu senhor.". . . . meu?
"Não sei, meu senhor, que deva pensar"
Será sempre isto e nada mais.
"Nada mais?"

Nada mais.

Tal como nos dizem, O Hamlet é a peça das nossas vidas... de Todas as vidas.
Peço-te agora que fiques com isto. Um dia, a sala vai ser nossa e juntos o faremos. Um dia......................................................................................................................................................................................................................Apenas um dia.................................................




"Não representamos quando estamos em palco. Mas sim na vida"
"Quando estamos a falar não estamos no presente. Mas sim no passado ou no futuro"
(São com os maiores mestres que aprendemos)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Ser ou não ser? Será mesmo melhor não ser?

Dançaste... Como brilhavas!
Sorristes... Como iluminaste!
Choraste... Como isso foi aliviante!
Ficaste bem, ficaste mal, enganaste-te e fizeste o correcto... Como isso tudo foi bem feito!
Não sabes como está a ser não existires. Cada vez menos existes. Cada vez menos fazes parte de mim. Continuo eu sentada à espera que passes, e quando passas? "quem me dera não o ter visto hoje. Quem me dera que ele não existisse de verdade. Quem me dera nunca o ter conhecido. Quem me dera que um dia se decidisse... (se decidisse por mim). Ahh, quem me dera... Quem em dera que me amasses como eu o faço contigo!" Porque é que hoje, ao apenas te dirigir uma palavra, sai a chorar como se o mundo fosse acabar? O que se passa contigo? Que se passa comigo? Que se passa "connosco"? É esta a decisão mais acertada? Nunca saberei!

(adeus!--> quem me dera puder dizer-to.
A saudade aperta!---> quem me dera conseguir não senti-lo)

Estou farta de escrever sempre e sempre o mesmo!!!

domingo, 23 de maio de 2010

Num lugar diferente

Pela primeira vez te escrevo ao acordar. Penso que os nossos pensamentos e quereres estão mais clarificados, mais sinceros. Dormi sobre o assunto, como normalmente faço. Sonhei (nunca passa disso). Sonhei contigo. E acho que os sonhos que temos, muitas vezes, são reflecções dos nossos desejos não realizados. Mas voltando ao que importa, acho que `nunca´ irei perceber se gostas mesmo de mim ou não. Porque o que mostras dá sempre para os dois lados. E como continuar assim está a prender-me a todos os níveis, prefiro acreditar que não gostas e ficar com as lembranças, as lembranças boas, que juntos tivemos. Ficarei sempre à tua espera, na esperança que te tornes claro. Mas será uma espera agora com vida, da minha parte.
Lembra-te: embora de modo diferente, vou ficar sempre aqui, mas desta vez de pé.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Adeus?... Até logo.

Sinto-me aliviada por saber que já estás bem...
Como tudo muda sem darmos por nada, já reparaste? Pensamos que quando estamos longe de tudo o resto, apenas nós ficamos diferentes. Mas não... Por vezes somos nós que ficamos na mesma, porque continuamos sempre com o pensamento fixo daquilo que se altera constantemente... E em vez de deixarmos que as coisas aconteçam connosco, fazemos com que nós aconteçamos com os outros. É confuso... Estranho. Não te quero largar... Mas quero viver. Por qual optar? Largar-te e viver "mal", ou viver "mal" por não te conseguir largar?
Hoje disseram-me "não faças isso. Deixa de quererer sempre o 8 ou o 80"... Mas esse tem sido o meu maior erro, enfrentar o meio termo. As tuas dúvidas, as tuas indecisões, as tuas paranóias, as tuas...... ou as minhas?
Espero que hoje tenhas lido o meu monólogo e que eu dia seja teu... ou o nosso diálogo. Não interpretes de forma errada, mas preciso de descansar de ti. Desistir, sabes que não. Mas não quero que o ar me falte, tenho de respirar fundo. E para isso preciso de escolher o 8 do 80.
(Veremos quanto tempo durará!)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

"...Hoje é o dia"

Afinal que se passou? Será que esteve sempre tudo na mesma e eu é que criei ilusões e fantasias apenas por simples "adoro-te´s" e beijos de despedida? Ou será que realmente mudou, mas durante pouco tempo? Será que percebeste que não passava tudo de um erro? Voltaste a fechar-te no teu canto. E eu? Como sempre respeito. Respeito-te. E mesmo que não seja real, continuo a arranjar maneira de respeitar-te, compreender-te e achar que a culpa foi, é e será minha.
Mais uma vez voltarei a tentar: "Um dia vou deixar de pensar em ti e parto para outra... Hoje é o dia". Conversas sem respostas. Enquanto te fechas em casa porque assim tem de ser, este monólogo espera-te onde eu todos os dias anseio por, nem que seja, te observar por um segundo.
Desde de domingo que me pergunto: "aquele beijo em que despertaste um amor que pensavas adormecido, terá sido o último?" Sabes, naquele momento aconteceu aquilo que nunca conseguimos fazer - fugir, juntos, da multidão. Fugir... repito: da multidão. Não um do outro.
Tal como escreveram por mim há alguns dias, sei que não podes ser meu; que não pertencemos um ao outro. Mas se assim é, porque lutar contra isso? Espero que desta seja de vez e que a semente transformada se feche definitivamente, mas não murche nunca.
Posso cada vez mais escrever-te: Amo-te e apenas por isso te odeio.

P.S.: Tenho tudo preso cá dentro. Por favor: fica bem depressa, para te puder dizer todas as tuas palavras que ainda tenho em mim.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Zmar vs 2908

Bem, te quis...
Mal, me quiseste...
Muito, te quero...
Pouco, me queres...
...ou...
Nada, quererei!

Assim como pensei... Fui com a ideia de que não gostaria e sai de lá a adorar! Obrigada pelos 15min. de silêncio... Obrigada por tudo o que mudaram em mim... em nós!
Tive pena de me teres estragado alguns momentos que poderia ter aproveitado . . De estares a dois passos de mim durante a noite toda, e de me ter fechado em casa. De o último desafio não ter chegado até ao fim porque a viagem foi longa demais (ou demasiado curta).
Agora, vou seguir o conselho que me deram: não descer ao tapete e "acreditar em mim". Em ti? : Boa noite...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

2ºano

"Hoje começou o vosso segundo ano"
Disse por estas palavras após uma conversa que me desiludiu... Ou melhor... Depois de alguém o ter feito.
Será a partir de hoje que veremos quem realmente presta e o que são verdadeiramente... Custou... Custou que tudo aquilo que nos disseram no início esteja a tornar-se real. Que as pessoas não consigam abrir a porta do seu quarto deixando entrarem lá, sabendo que haverá ristos... Mas surpresas também. E depois de tudo, o que me resta? como sempre, nunca guardar rancor de ninguém, porque "nunca é por mal"! É desnecessário continuar a pensar assim? Mais uma dúvida... Mas penso que não. Afinal é ser assim que me faz sentir bem... inconsciente... mas bem. Se hoje começou, veremos apenas ou acabará e com quem acabará.
Clube da felicidade? UI!!! Que a sorte seja lançada... ou que o azar nos visite...
"Façam o favor de ser felizes"... não é? Carpe Diem...(como tiver de ser)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sempre a mesma canção... cantada.

Dei os primeiros passos,
Caminhavas a meu lado.
Olhei para o lado e lá estavas tu:
Sempre de sorriso esboçado.
O teu olhar desenhado
E sem forma de copiar.
A tua forma de pensar,
Que nunca ninguém perceberá.
Lançaste as cartas...
Como sempre lanças, sem sequer perguntares em que jogo queria entrar...
Baralhaste os dados, sem saberes se teria forma de apostar ao mesmo nível que tu.
É vinciante. Sem ter noção do quão alto estava a apostar, fui tornando o desafio cada vez maior. E agora aqui estou eu, a dar tudo o que de mais valioso tenho. E o vicio torna-se cada vez maior... Nao há volta a dar. Entrei neste ciclo onde tu comandas o jogo; tu és a minha carta mais valiosa; tu dizes quanto apostar, quando apostar e nem justificas o porquê de fazê-lo.E eu? Eu limito-me a jogar e a cumprir as tuas regras, para que o jogo não acabe de vez e as apostas deixem de existir.
É errado? deveria ter noção primeiro de onde me estava a meter? deveria ter perguntado onde isto daria? deveria ter pensado que podia ficar sem nada? acho que não... porque se o fizesse, não teria ganho parte do jogo que ganhei e não teria aprendido a jogar com as únicas cartas que me foram dadas. Porque se, mais tarde, entrar num outro jogo, o desafio pode aumentar, a dificuldade pode ser ainda maior e as hipóteses de escolha ainda mais escassas. Ao menos posso dizer que foi contigo que aprendi a jogar. Foi contigo que aprendi a perder, a ganhar e, quando necessário a empatar. E isso basta.
Continuo a olhar para o lado.
Tu continuas lá.
Ensinas-me, matas-me, reanimas-me.
E o teu sorriso continua... apenas esboçado.
Matas-me... um sorriso... esboçado.
Vais torna-lo definido algum dia? Sabes que te digo que não é isso que procuro. Mas, na verdade, é com isso que sonho...
Sempre...

terça-feira, 11 de maio de 2010

"All you need is love"

That´s right... All you need is love. I can´t say that all I need is love, all I need is you, because it isn´t true. Nao posso dizer que te precise.
Nao seria verdadeiro dizer que es tudo o que mais preciso.
Preciso de muito mais. Nem sei bem de que nem porque, mas preciso.
Uma vez disseram-me que o inicio das relacoes é o unico momento em que estas sao perfeitas... Nao acreditei. E continuo sem acreditar. Nao sei onde esta relacao comecou. Nao olhei para as horas nem para o dia (nao seria necessario). Nao faco ideia de que genero de relacao me estou a referir e a que me estou a entregar... Mas estas a devolver-me aquela paz e tranquilidade que outrora me tiraste. Com o tempo estas a ficar com aquela simplicidade que tanto aprecio... Estou feliz. E nao quero pensar no futuro, porque sei que se o fizesse, prender-me-ia ainda mais e nao teria motivos para o fazer. Acho que o paragrafo esta a ser mudado, embora a historia se mantenha. E era esse o objectivo! Como é bom seres tu a muda-lo...
Mais uma vez, amanha... Vai ser lindo, tenho a certeza disso!*

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quando uma alma seca um corpo...

Hoje estou cansada. Cansei-me fisica e psicologicamente por ter entrado num corpo que nao é o meu. Encontrei um lugar diferente. Pensei de outra maneira, senti-me mudada, sem saber ao certo onde estava cada parte do meu corpo, do meu pensamento, das minhas ideias... Mas nao podia esperar outra coisa. Afinal nao era realmente nada meu. Era apenas uma personagem que estava a comecar a dar vida e que me sufoca.. por ser tao magica, tao completa. Ela mete-me medo. Medo como poucas coisas na vida. Passei toda a minha vida a adiar o sofrimento com o pensamento de que no "amanha" acordaria e ja tudo teria passado. E sem me dar conta, fui acumulando tudo isso, como se assim passasse. Mas foi mesmo isso: adiei. Agora esta tudo a cair com atraso de dias, meses e mesmo anos. Aquela personagem que mostra ser fraca e sensivel, tem mais quereres que eu e uma forca tao grande que consegue partir o meu coracao ao meio e tirar de la tudo o que nunca mais deveria voltar ca fora. E agora o que me resta? Aceitar e dar-lhe de maos beijadas tudo aquilo que com o meu consentimento me tira? Deixar que me mate por momentos para voltar a ter cinco minutos de vida? Talvez sejam mais importantes para ela, talvez tenha algo para dizer que eu,no meu corpo e na minha mente nao sou capaz de prenunciar. Tenho vontade de lhe dizer: por favor, fica para sempre. Ja que vieste e me tiraste, nao me deixes voltar e fica para sempre. Mas e desnecessario. Depois deste corpo, muitos mais virao, muitos mais choros e angustias. Muitos mais berros sairao daquele "Vaticano" onde so nos encontramos energia. E no fim de tudo isto o que acontecera?... Hoje nao preciso de respostas a nada, porque a estas perguntas ninguem sabe de certeza responder. "porque digam o que disserem, nós, os loucos e inteligentes, é que mandamos nisto tudo!"... "Boa noite senhoras... Boa noite. Boa noite"

E quanto a ti, hoje tenho apenas algumas palavras: muita merda para as apresentacoes. Sei que vais estar bem. O palco sera teu. (L)

sábado, 8 de maio de 2010

O teu olhar...

Quais passagens em branco?
Quais motivos de loucura?
Quais amores perdidos?
Qual receio de te agarrar e sem pudor nem vergonha te dizer que quero que sejas meu?
Que te amo?
Qual ansiedade de espera que nunca me satisfaz?
Que paranoias que me prendem sem me deixar fazer tudo aquilo que quero?
Que raio de estupidez que me enche a cabeca!
Tenho de admitir que nao percebo nada. Estou a viver problemas que sinto nao serem os meus. Estou com dores de cabeca que nao originaram em mim.... É parvo! Sabes... é ...incauto... sentir-me assim. Tentar vir aqui escrever e nao o fazer. Porque os dedos escrevem por si: para ti. Estou tão farta de nem conseguir chorar.. de tudo o que escrevo ser tanto para ti e nem te escrever. Sei que nao podes ser meu. La bem no fundo sei disso. Mas nao quero nem posso admitir isso porque nao concordo que nao possas ser meu quando me sinto tao entregue em ti. Ja tentei de tudo, ja tentei fazer tudo o que estava ao meu alcance para te apagar. Mas juro que nao consigo. Tu bates tao la dentro que e complicado puxar para cima. Tens a capacidade de olhar e so por assim ficar. Se consegues perceber assim tao bem as pessoas e ver o que esta dentro delas porque nao o fazes comigo? e contigo?! posso mal ter comecado a minha vida, mas do que vivi, nunca senti nada assim. e porque? sera mais outra pergunta a que ninguem sabe responder? Estou farta.

terça-feira, 4 de maio de 2010

...

Os dias passam...
Quanto a isso nada posso fazer. É inevitável. As coisas levam o seu caminho lógico de ser sem perguntarem sequer se o podem fazer. E tudo vai acontecendo, os momentos vão mudando. As antigas memórias dão lugar as meras novas lembranças e tu continuas lá... Sempre sentado a assistir a tudo sem te puderes mexer, sem puderes dar opinião, porque sabes que ela não valeria de nada. E mais uma vez digo... Tudo passa... Em vão? Até quando isto será sempre a mesma incógnita? Aquela que por mais que os movimentos mudem, não passara sempre de uma estúpida e insignificante incógnita. Um dia saberia a resposta... Sei que sim. Afinal, por mais sufocante que tudo isto seja, acabamos por nos habituar e dar lugar a tudo aquilo que nunca foi nada...

sábado, 1 de maio de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

E que as luzes se acendam...

"Sou o medo que sonhaste a vida inteira"
(Sem qualquer intencao, encontraste aquela frase que sempre procurei...)
O medo que nunca conseguiras ultrapassar se nao o reconheceres... se nao aprenderes a ve-lo como se tudo fosse a tua danca, onde tu proprio escolhes a musica, o sitio, a coreografia... onde o teu par fara de tudo para te levar as competicoes mais inimaginaveis e te fara deixar de ter medo dos juris.... Fara com que consigas voar, como sempre fazes e sempre sonhaste. Mostrar-te-a que os solos sao o mais complicado que ha e que so com o teu parceiro alcancaras o que de mais impossivel houver: sonharas. acreditaras. ultrapassaras. viveras. sentiras. renegaras. suplicaras e amaras. choraras, gritaras e sofreras. Deixaras de lado todos os perconceitos, medos ou meros receios. Adoraras. Veneraras.Conseguiras viver. Venceras/perderas... Viveras. (em que vais tornar tudo isto "presente". porque o futuro cansa)
Sonho com o dia que aceitaras esse desafio e que sem pensares oucas a musica e deixes o teu corpo se levar sem te teres que guiar por ninguem nem teres de guiar. Imagino o momento em que me des a mao, me olhes bem fundo como mais ninguem sabe fazer e me digas o que nunca veras so de olhar para mim: o espectaculo comecou - sem plateia, sem juris, sem notas nem criticas. sem gravacoes nem regras. o espactaculo comecou - e apenas nos fazemos parte dele.

E que as luzes se acendam e comecemos a escrever o destino.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

novo paragrafo?

Odeio-te por nao me estares a deixar mudar o paragrafo. Quero tanto faze-lo. Odeio a forma como me consomes e ficas com tudo o que e meu. Como es capaz de me deixar despida?! Nua?! Sem nada para cobrir o que de mais fragil tenho?! Como?! Responde-me!!! Ou nao... nao respondas. Deixa-me com o teu silencio que e a unica coisa que ainda tenho meu. Mas fa-lo enternamente!!! Morre com isso para que nao sejam as minhas palavras a perder a cor de vez. Amo-te??? Odeio-te!!!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Hoje...

Hoje foi aquele dia:
o palco fez me libertar. vivi tanto, mas tanto. respirei um ar puro. atingi o que queria. senti o que tinha de sentir... foi tao bom, tao lindo. senti me "concretizada"... mas depois, depois o fim de tudo. desapareceu de novo o sorriso glorioso, o alivio de satisfacao... e deu lugar a uma das minhas maiores e mais constantes companhias: as lagrimas (é uma palavra linda..é algo que desejo e admiro)... estou farta de viver nas entrelinhas contigo. quero comecar um novo paragrafo e nao voltar atras no que vive... amo-te? nao sei. espero amanha voltar a escrever aqui. mas que seja numa mudanca de paragrafo. ou, se assim tiver de ser, numa mudanca de historia.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

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Nao tenho titulo nem razao de o ter!!! Sou um ser parvo e sem moral para dar nomes as coisas. Como e que posso designar aquilo que nao conheco e ter a coragem de me dar ao luxo de pensar sequer que posso ser alguem?! Sai da minha vida... peco-te... Nao estou a conseguir viver do teu lado sabendo que nao vou conseguir viver sem ser contigo.

Sinto cada vez mais que nao sinto....

Estou perdida...
Nao consigo dar passos na direccao de me encontrar...
Estou perdida...
Nao encontro aquele lugar onde outrora me senti confortavel...
Estou perdida...
Sinto um nó a apertar com cada vez mais forca...
Sinto a minha garganta a fechar...
Os meus pensamentos a deixarem de existir...
Os meus sonhos a desaparecem...
A minha mente a misturar-se com todas as passagens que ja seguiram...
Sinto-me como se o mundo tivesse parado aqui e agora, e nao pudesse fazer nada para ele voltar a ser o que era.
Sinto saudades de sentir... saudades dos contos de fadas em que finjo ainda acreditar... saudades de acordar e adormecer sempre com um ar gloriozo. saudades daquele abraco materno que tinha todos os dias para me adormecer... saudades daquele beijo sem folego que tinha para me manter viva... saudades de ouvir um amo-te... saudades de dizer um amo-te... saudades simplesmente de me sentir amada e saber como se ama...
Estou perdida...
Por ja nao conseguir ter vontade de aprender tudo aquilo que nunca soube...
Estou perdida...mas so por um motivo: perceber que talvez o meu maior problema seja sentir tudo isto, mas na verdade nao conseguir perceber o que e sentir!!

Preciso que saias do teu lugar por um dia e que fiques do meu lado. Que me mostres que vamos ficar juntos e que tudo o que nunca acreditei afinal e possivel. Tens mudado todos os meus ideiais. Transformado tudo aquilo em que sempre acreditei. Tens me apaixonado e fazer ter duvidas em relacao a tudo... Mas no fim so tenho duas conclusoes: gostava de nunca ter estado contigo naquele dia em que mudou a nossa vida pelo menos em tres anos; agradeco-te por teres estado la, porque me tens mostrado que tudo e um desafio que sao para ser ultrapassados todos os dias...

Mais uma vez me contradigo... (talvez por o meu signo ser gemeos ou simplesmente por ter um feitio pessimo). . . . . . . . . . . . . .Odeio-te (mas sabes que esta palavra apenas tem um significado: amo-te)

domingo, 11 de abril de 2010

responde-me antes que perca tambem a capacidade de perguntar...

Estou a levar tudo isto para o rumo que menos queria mas que mais me persegue..
Hoje queria ter-te visto... e vi! o mais fantastico e que te vi! nao estavas a minha frente, mas vi-te. vi-te! vi-te como te vejo todos os dias. vejo-te todos os dias, mas todos os dias de uma forma diferente. porque e que continuas a amarrar-me quando sabes que o meu desejo e libertar-me? ou entao, porque nao me sastifazes de vez e me matas logo?! tens que ser sempre aquela mente que nao e capaz, que se prende a si mesmo e que por isso me prende a mim. nao sei como aos meus olhos consegues quase levar-me a perceber a perfeicao se esta para ti e negra!! negra como tudo aquilo que mostras ou... como tudo aquilo que me mostras... como tudo aquilo que usas para nao sejas usado... que foges com todas as tuas forcas para que nao sejas tu aquela pessoa que e presa sem a possibilidade de tomar partido apenas porque nao tem vontade nem desejo nem sentimento nem nada proprio. nao sei... nem hoje nem nunca consigo escrever nada. sera que me prendeste tambem as falas, os pensamentos, para alem dos movimentos e das emocoes? quando e que me vais devolver tudo aquilo que me tiraste mas que nem sequer usufruiste?....responde-te:

...Quando??? ou entao mata-nos de uma vez!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

uma imagem que sempre foi a minha, mas nunca sera a tua...

Desta vez nao. desta vez nao sera como todas as vezes. desta vez serei capaz de te mudar de cor, de te mudar de expressao, de te mudar de lugar. desta vez ate serei capaz de te mudar. serei capaz de mudar o sentido do meu olhar; de encontrar a melhor forma de descobrir como passar em branco o que escrevi... de apagar todas aquelas palavras que nunca deveria ter escrito. saberei fazer com que deixes de ser aquela imagem que me sufoca por nao me responder, por nao ser capaz de dizer aquilo que e; por deixar que deixe de acreditar que consigo dar dois passos que, mesmo que na mesma direccao, consigam ser diferentes... desta vez... ah... desta vez vou conseguir rasgar-te! apagar-te!! desta vez... vou tornar-te numa imagem que eu vou tirar de ti: uma imagem sem visao para que nunca mais te veja como vi, ou simplesmente para que te possa ver sempre como nunca foste.
Desta vez... como todas as outras, faco a mesma pergunta:

porque e que me continuo a querer enganar?

quarta-feira, 7 de abril de 2010

duvidas, duvidas, duvidas...

duvidas, duvidas e mais duvidas... sempre a mesma coisa. sempre os mesmo pensamentos confusos. ontem vivi momentos lindos.. vi coisas que nunca tinha visto... imaginei, sonhei, vivi e acreiditei.... ahh, mas hoje: acordar. sentir o corpo vibrar, mas com a sensacao que tinha deixado de existir. havera alguem que saiba responder as perguntas que colocamos? alguem que se sente a nossa frente e que nos leia um livro em que as paginas sejam apenas as respostas a tudo isto? porque e que sem nada acontecer, depois de tudo acontecer, deixamos de conseguir continuar a saborar os momentos? porque e que as memorias nao nos alimentam? porque e que este blog sera apenas perguntas?

talvez nunca te direi, talvez nem o sinta, mas... amo-te!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

uma simples questao sem resposta

nao sei... realmente nao faco a mais infima ideia da razao de criar este blog... quero falar com alguem, mas sem dizer o porque. ha muito tempo que tenho esta vontade, mas penso que so hoje tomei a decisao de levar isto em frente... ou sera que apenas tomei este passo? . . . nao sei!