quarta-feira, 19 de maio de 2010

"...Hoje é o dia"

Afinal que se passou? Será que esteve sempre tudo na mesma e eu é que criei ilusões e fantasias apenas por simples "adoro-te´s" e beijos de despedida? Ou será que realmente mudou, mas durante pouco tempo? Será que percebeste que não passava tudo de um erro? Voltaste a fechar-te no teu canto. E eu? Como sempre respeito. Respeito-te. E mesmo que não seja real, continuo a arranjar maneira de respeitar-te, compreender-te e achar que a culpa foi, é e será minha.
Mais uma vez voltarei a tentar: "Um dia vou deixar de pensar em ti e parto para outra... Hoje é o dia". Conversas sem respostas. Enquanto te fechas em casa porque assim tem de ser, este monólogo espera-te onde eu todos os dias anseio por, nem que seja, te observar por um segundo.
Desde de domingo que me pergunto: "aquele beijo em que despertaste um amor que pensavas adormecido, terá sido o último?" Sabes, naquele momento aconteceu aquilo que nunca conseguimos fazer - fugir, juntos, da multidão. Fugir... repito: da multidão. Não um do outro.
Tal como escreveram por mim há alguns dias, sei que não podes ser meu; que não pertencemos um ao outro. Mas se assim é, porque lutar contra isso? Espero que desta seja de vez e que a semente transformada se feche definitivamente, mas não murche nunca.
Posso cada vez mais escrever-te: Amo-te e apenas por isso te odeio.

P.S.: Tenho tudo preso cá dentro. Por favor: fica bem depressa, para te puder dizer todas as tuas palavras que ainda tenho em mim.

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