Pela primeira vez te escrevo ao acordar. Penso que os nossos pensamentos e quereres estão mais clarificados, mais sinceros. Dormi sobre o assunto, como normalmente faço. Sonhei (nunca passa disso). Sonhei contigo. E acho que os sonhos que temos, muitas vezes, são reflecções dos nossos desejos não realizados. Mas voltando ao que importa, acho que `nunca´ irei perceber se gostas mesmo de mim ou não. Porque o que mostras dá sempre para os dois lados. E como continuar assim está a prender-me a todos os níveis, prefiro acreditar que não gostas e ficar com as lembranças, as lembranças boas, que juntos tivemos. Ficarei sempre à tua espera, na esperança que te tornes claro. Mas será uma espera agora com vida, da minha parte.
Lembra-te: embora de modo diferente, vou ficar sempre aqui, mas desta vez de pé.
domingo, 23 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Adeus?... Até logo.
Sinto-me aliviada por saber que já estás bem...
Como tudo muda sem darmos por nada, já reparaste? Pensamos que quando estamos longe de tudo o resto, apenas nós ficamos diferentes. Mas não... Por vezes somos nós que ficamos na mesma, porque continuamos sempre com o pensamento fixo daquilo que se altera constantemente... E em vez de deixarmos que as coisas aconteçam connosco, fazemos com que nós aconteçamos com os outros. É confuso... Estranho. Não te quero largar... Mas quero viver. Por qual optar? Largar-te e viver "mal", ou viver "mal" por não te conseguir largar?
Hoje disseram-me "não faças isso. Deixa de quererer sempre o 8 ou o 80"... Mas esse tem sido o meu maior erro, enfrentar o meio termo. As tuas dúvidas, as tuas indecisões, as tuas paranóias, as tuas...... ou as minhas?
Espero que hoje tenhas lido o meu monólogo e que eu dia seja teu... ou o nosso diálogo. Não interpretes de forma errada, mas preciso de descansar de ti. Desistir, sabes que não. Mas não quero que o ar me falte, tenho de respirar fundo. E para isso preciso de escolher o 8 do 80.
(Veremos quanto tempo durará!)
Como tudo muda sem darmos por nada, já reparaste? Pensamos que quando estamos longe de tudo o resto, apenas nós ficamos diferentes. Mas não... Por vezes somos nós que ficamos na mesma, porque continuamos sempre com o pensamento fixo daquilo que se altera constantemente... E em vez de deixarmos que as coisas aconteçam connosco, fazemos com que nós aconteçamos com os outros. É confuso... Estranho. Não te quero largar... Mas quero viver. Por qual optar? Largar-te e viver "mal", ou viver "mal" por não te conseguir largar?
Hoje disseram-me "não faças isso. Deixa de quererer sempre o 8 ou o 80"... Mas esse tem sido o meu maior erro, enfrentar o meio termo. As tuas dúvidas, as tuas indecisões, as tuas paranóias, as tuas...... ou as minhas?
Espero que hoje tenhas lido o meu monólogo e que eu dia seja teu... ou o nosso diálogo. Não interpretes de forma errada, mas preciso de descansar de ti. Desistir, sabes que não. Mas não quero que o ar me falte, tenho de respirar fundo. E para isso preciso de escolher o 8 do 80.
(Veremos quanto tempo durará!)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
"...Hoje é o dia"
Afinal que se passou? Será que esteve sempre tudo na mesma e eu é que criei ilusões e fantasias apenas por simples "adoro-te´s" e beijos de despedida? Ou será que realmente mudou, mas durante pouco tempo? Será que percebeste que não passava tudo de um erro? Voltaste a fechar-te no teu canto. E eu? Como sempre respeito. Respeito-te. E mesmo que não seja real, continuo a arranjar maneira de respeitar-te, compreender-te e achar que a culpa foi, é e será minha.
Mais uma vez voltarei a tentar: "Um dia vou deixar de pensar em ti e parto para outra... Hoje é o dia". Conversas sem respostas. Enquanto te fechas em casa porque assim tem de ser, este monólogo espera-te onde eu todos os dias anseio por, nem que seja, te observar por um segundo.
Desde de domingo que me pergunto: "aquele beijo em que despertaste um amor que pensavas adormecido, terá sido o último?" Sabes, naquele momento aconteceu aquilo que nunca conseguimos fazer - fugir, juntos, da multidão. Fugir... repito: da multidão. Não um do outro.
Tal como escreveram por mim há alguns dias, sei que não podes ser meu; que não pertencemos um ao outro. Mas se assim é, porque lutar contra isso? Espero que desta seja de vez e que a semente transformada se feche definitivamente, mas não murche nunca.
Posso cada vez mais escrever-te: Amo-te e apenas por isso te odeio.
P.S.: Tenho tudo preso cá dentro. Por favor: fica bem depressa, para te puder dizer todas as tuas palavras que ainda tenho em mim.
Mais uma vez voltarei a tentar: "Um dia vou deixar de pensar em ti e parto para outra... Hoje é o dia". Conversas sem respostas. Enquanto te fechas em casa porque assim tem de ser, este monólogo espera-te onde eu todos os dias anseio por, nem que seja, te observar por um segundo.
Desde de domingo que me pergunto: "aquele beijo em que despertaste um amor que pensavas adormecido, terá sido o último?" Sabes, naquele momento aconteceu aquilo que nunca conseguimos fazer - fugir, juntos, da multidão. Fugir... repito: da multidão. Não um do outro.
Tal como escreveram por mim há alguns dias, sei que não podes ser meu; que não pertencemos um ao outro. Mas se assim é, porque lutar contra isso? Espero que desta seja de vez e que a semente transformada se feche definitivamente, mas não murche nunca.
Posso cada vez mais escrever-te: Amo-te e apenas por isso te odeio.
P.S.: Tenho tudo preso cá dentro. Por favor: fica bem depressa, para te puder dizer todas as tuas palavras que ainda tenho em mim.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Zmar vs 2908
Bem, te quis...
Mal, me quiseste...
Muito, te quero...
Pouco, me queres...
...ou...
Nada, quererei!
Assim como pensei... Fui com a ideia de que não gostaria e sai de lá a adorar! Obrigada pelos 15min. de silêncio... Obrigada por tudo o que mudaram em mim... em nós!
Tive pena de me teres estragado alguns momentos que poderia ter aproveitado . . De estares a dois passos de mim durante a noite toda, e de me ter fechado em casa. De o último desafio não ter chegado até ao fim porque a viagem foi longa demais (ou demasiado curta).
Agora, vou seguir o conselho que me deram: não descer ao tapete e "acreditar em mim". Em ti? : Boa noite...
Mal, me quiseste...
Muito, te quero...
Pouco, me queres...
...ou...
Nada, quererei!
Assim como pensei... Fui com a ideia de que não gostaria e sai de lá a adorar! Obrigada pelos 15min. de silêncio... Obrigada por tudo o que mudaram em mim... em nós!
Tive pena de me teres estragado alguns momentos que poderia ter aproveitado . . De estares a dois passos de mim durante a noite toda, e de me ter fechado em casa. De o último desafio não ter chegado até ao fim porque a viagem foi longa demais (ou demasiado curta).
Agora, vou seguir o conselho que me deram: não descer ao tapete e "acreditar em mim". Em ti? : Boa noite...
quinta-feira, 13 de maio de 2010
2ºano
"Hoje começou o vosso segundo ano"
Disse por estas palavras após uma conversa que me desiludiu... Ou melhor... Depois de alguém o ter feito.
Será a partir de hoje que veremos quem realmente presta e o que são verdadeiramente... Custou... Custou que tudo aquilo que nos disseram no início esteja a tornar-se real. Que as pessoas não consigam abrir a porta do seu quarto deixando entrarem lá, sabendo que haverá ristos... Mas surpresas também. E depois de tudo, o que me resta? como sempre, nunca guardar rancor de ninguém, porque "nunca é por mal"! É desnecessário continuar a pensar assim? Mais uma dúvida... Mas penso que não. Afinal é ser assim que me faz sentir bem... inconsciente... mas bem. Se hoje começou, veremos apenas ou acabará e com quem acabará.
Clube da felicidade? UI!!! Que a sorte seja lançada... ou que o azar nos visite...
"Façam o favor de ser felizes"... não é? Carpe Diem...(como tiver de ser)
Disse por estas palavras após uma conversa que me desiludiu... Ou melhor... Depois de alguém o ter feito.
Será a partir de hoje que veremos quem realmente presta e o que são verdadeiramente... Custou... Custou que tudo aquilo que nos disseram no início esteja a tornar-se real. Que as pessoas não consigam abrir a porta do seu quarto deixando entrarem lá, sabendo que haverá ristos... Mas surpresas também. E depois de tudo, o que me resta? como sempre, nunca guardar rancor de ninguém, porque "nunca é por mal"! É desnecessário continuar a pensar assim? Mais uma dúvida... Mas penso que não. Afinal é ser assim que me faz sentir bem... inconsciente... mas bem. Se hoje começou, veremos apenas ou acabará e com quem acabará.
Clube da felicidade? UI!!! Que a sorte seja lançada... ou que o azar nos visite...
"Façam o favor de ser felizes"... não é? Carpe Diem...(como tiver de ser)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Sempre a mesma canção... cantada.
Dei os primeiros passos,
Caminhavas a meu lado.
Olhei para o lado e lá estavas tu:
Sempre de sorriso esboçado.
O teu olhar desenhado
E sem forma de copiar.
A tua forma de pensar,
Que nunca ninguém perceberá.
Lançaste as cartas...
Como sempre lanças, sem sequer perguntares em que jogo queria entrar...
Baralhaste os dados, sem saberes se teria forma de apostar ao mesmo nível que tu.
É vinciante. Sem ter noção do quão alto estava a apostar, fui tornando o desafio cada vez maior. E agora aqui estou eu, a dar tudo o que de mais valioso tenho. E o vicio torna-se cada vez maior... Nao há volta a dar. Entrei neste ciclo onde tu comandas o jogo; tu és a minha carta mais valiosa; tu dizes quanto apostar, quando apostar e nem justificas o porquê de fazê-lo.E eu? Eu limito-me a jogar e a cumprir as tuas regras, para que o jogo não acabe de vez e as apostas deixem de existir.
É errado? deveria ter noção primeiro de onde me estava a meter? deveria ter perguntado onde isto daria? deveria ter pensado que podia ficar sem nada? acho que não... porque se o fizesse, não teria ganho parte do jogo que ganhei e não teria aprendido a jogar com as únicas cartas que me foram dadas. Porque se, mais tarde, entrar num outro jogo, o desafio pode aumentar, a dificuldade pode ser ainda maior e as hipóteses de escolha ainda mais escassas. Ao menos posso dizer que foi contigo que aprendi a jogar. Foi contigo que aprendi a perder, a ganhar e, quando necessário a empatar. E isso basta.
Continuo a olhar para o lado.
Tu continuas lá.
Ensinas-me, matas-me, reanimas-me.
E o teu sorriso continua... apenas esboçado.
Matas-me... um sorriso... esboçado.
Vais torna-lo definido algum dia? Sabes que te digo que não é isso que procuro. Mas, na verdade, é com isso que sonho...
Sempre...
Caminhavas a meu lado.
Olhei para o lado e lá estavas tu:
Sempre de sorriso esboçado.
O teu olhar desenhado
E sem forma de copiar.
A tua forma de pensar,
Que nunca ninguém perceberá.
Lançaste as cartas...
Como sempre lanças, sem sequer perguntares em que jogo queria entrar...
Baralhaste os dados, sem saberes se teria forma de apostar ao mesmo nível que tu.
É vinciante. Sem ter noção do quão alto estava a apostar, fui tornando o desafio cada vez maior. E agora aqui estou eu, a dar tudo o que de mais valioso tenho. E o vicio torna-se cada vez maior... Nao há volta a dar. Entrei neste ciclo onde tu comandas o jogo; tu és a minha carta mais valiosa; tu dizes quanto apostar, quando apostar e nem justificas o porquê de fazê-lo.E eu? Eu limito-me a jogar e a cumprir as tuas regras, para que o jogo não acabe de vez e as apostas deixem de existir.
É errado? deveria ter noção primeiro de onde me estava a meter? deveria ter perguntado onde isto daria? deveria ter pensado que podia ficar sem nada? acho que não... porque se o fizesse, não teria ganho parte do jogo que ganhei e não teria aprendido a jogar com as únicas cartas que me foram dadas. Porque se, mais tarde, entrar num outro jogo, o desafio pode aumentar, a dificuldade pode ser ainda maior e as hipóteses de escolha ainda mais escassas. Ao menos posso dizer que foi contigo que aprendi a jogar. Foi contigo que aprendi a perder, a ganhar e, quando necessário a empatar. E isso basta.
Continuo a olhar para o lado.
Tu continuas lá.
Ensinas-me, matas-me, reanimas-me.
E o teu sorriso continua... apenas esboçado.
Matas-me... um sorriso... esboçado.
Vais torna-lo definido algum dia? Sabes que te digo que não é isso que procuro. Mas, na verdade, é com isso que sonho...
Sempre...
terça-feira, 11 de maio de 2010
"All you need is love"
That´s right... All you need is love. I can´t say that all I need is love, all I need is you, because it isn´t true. Nao posso dizer que te precise.
Nao seria verdadeiro dizer que es tudo o que mais preciso.
Preciso de muito mais. Nem sei bem de que nem porque, mas preciso.
Uma vez disseram-me que o inicio das relacoes é o unico momento em que estas sao perfeitas... Nao acreditei. E continuo sem acreditar. Nao sei onde esta relacao comecou. Nao olhei para as horas nem para o dia (nao seria necessario). Nao faco ideia de que genero de relacao me estou a referir e a que me estou a entregar... Mas estas a devolver-me aquela paz e tranquilidade que outrora me tiraste. Com o tempo estas a ficar com aquela simplicidade que tanto aprecio... Estou feliz. E nao quero pensar no futuro, porque sei que se o fizesse, prender-me-ia ainda mais e nao teria motivos para o fazer. Acho que o paragrafo esta a ser mudado, embora a historia se mantenha. E era esse o objectivo! Como é bom seres tu a muda-lo...
Mais uma vez, amanha... Vai ser lindo, tenho a certeza disso!*
Nao seria verdadeiro dizer que es tudo o que mais preciso.
Preciso de muito mais. Nem sei bem de que nem porque, mas preciso.
Uma vez disseram-me que o inicio das relacoes é o unico momento em que estas sao perfeitas... Nao acreditei. E continuo sem acreditar. Nao sei onde esta relacao comecou. Nao olhei para as horas nem para o dia (nao seria necessario). Nao faco ideia de que genero de relacao me estou a referir e a que me estou a entregar... Mas estas a devolver-me aquela paz e tranquilidade que outrora me tiraste. Com o tempo estas a ficar com aquela simplicidade que tanto aprecio... Estou feliz. E nao quero pensar no futuro, porque sei que se o fizesse, prender-me-ia ainda mais e nao teria motivos para o fazer. Acho que o paragrafo esta a ser mudado, embora a historia se mantenha. E era esse o objectivo! Como é bom seres tu a muda-lo...
Mais uma vez, amanha... Vai ser lindo, tenho a certeza disso!*
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