E é isso que custa, saber que está tão perto e é tão pouco possível. Perceber que não pode depender de nós voltar a ter aquilo que "sempre"/sempre tivemos. É irónico... E cá estou eu: a escrever porque apesar de ter tido um bom dia, ele terminou de uma forma pouco favorável. Risos de loucura? voltarão a haver? Que se lixe tudo aquilo que não acredita que a loucura tem risos e lágrimas porque foi isso que aprendemos. E nada mais. Nada mais?... Nada mais!!!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Dias que insistem todos os anos...
Dois anos seguidos em que o mesmo dia, pela mesma hora, não deviam acontecer. Dois dias. Dois anos. Duas vidas posso mesmo dizer. Duas vidas que perdemos, duas que forçadamente ganhamos. Duas almas que admiramos, dois corpos que continuam presentes mas intocáveis. Como é que por vezes chegamos a pensar que é triste, ou mesmo perigoso perdermos uma paixão quando o que realmente nos pode arruinar é perdermos sonhos. Dois. Dois sonhos com vida, com corpo e alma.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Don´t Stop...
Seria desnecessário parar. Já está no passado. Porque não continuar a escrever o futuro?...
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Verao-Outono-Inverno-Primavera-Verao.
Não quero que faça um ano.
Sim, é verdade: era Verão.
Muitas vezes dizem que as férias de Verão são a época das grandes paixões E as outras estações? São a continuação de tudo?
As épocas frias são quando sentimos mais necessidade de termos alguém do nosso lado. Já a Primavera, é a altura em que vimos tudo mais bonito. Onde nos sentimos mais alegres. (Mais apaixonados?) Afinal qual é a altura do ano em que não amamos? Amei-te em todas elas, sem excepção. Apena não quero que uma data se complete.
As audições voltaram. É engraçado, continuo a amar-te.
O último abraço que te dei foi a minha maior tentativa de um "adeus". Já não te re-conheço (sublinho o re-conheço mal escrito). Mudaste. Ainda bem? Quem me dera que fosses o mesmo. Todos os dias me pareces belo. Possuis uma beleza sem fim... Que so eu sou capaz de ver.
"A Verdade, seja ela qual for, é sempre menos terrível que a incerteza". Gostava que Tchékov tivesse um dia conversado contigo. A incerteza é terrível! Viver na incerteza é como viver num labirinto sem saída. Todas as vezes que não te amei foi por não saber se me deixavas amar-te. Nunca mo disseste. Nunca respondeste. Por vezes penso o quão parva fui em não te ter mostrado quem sou e não te ter feito ver o tamanho de tudo aquilo que fui por ti. Já não são precisas mais palavras, elas estragaram sempre tudo: fosse pela sua presença ou pela sua ausência.
Embora agora já não seja capaz, Amo-te P. E mesmo que saiba que isso não é eterno, tudo em mim diz agora que sim.
Adeus?...
Adeus!
(Tudo isto foi escrito antes de dia 14 de Julho)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Trocar!
Fecha os olhos.
Agora, imagina-nos na cena do livro.
Consegues imaginar?
Cada palavra, cada olhar, cada explicação que ainda não compreendemos.
Mesmo assim... Consegues ver-nos?
Qual é o efeito?
"Nas tuas orações lembrados sejam meus pecados todos"..."Agradeço humildemente: bem, bem, bem"... "Não, eu não. nunca te dei nada"... "Deus deu-vos uma cara mas vós fabricais outra"... "Vai para um convento e vai depressa"
É nisto que tudo se resume. Percebes?
"Afecto! Ora, falas de acordo com teus verdes anos. Incautos em tão perigosa circunstância. Acreditas mesmo nisso a que chamas de sinais?"
A resposta será sempre: "meu senhor.". . . . meu?
"Não sei, meu senhor, que deva pensar"
Será sempre isto e nada mais.
"Nada mais?"
Nada mais.
Tal como nos dizem, O Hamlet é a peça das nossas vidas... de Todas as vidas.
Peço-te agora que fiques com isto. Um dia, a sala vai ser nossa e juntos o faremos. Um dia......................................................................................................................................................................................................................Apenas um dia.................................................
"Não representamos quando estamos em palco. Mas sim na vida"
"Quando estamos a falar não estamos no presente. Mas sim no passado ou no futuro"
(São com os maiores mestres que aprendemos)
Agora, imagina-nos na cena do livro.
Consegues imaginar?
Cada palavra, cada olhar, cada explicação que ainda não compreendemos.
Mesmo assim... Consegues ver-nos?
Qual é o efeito?
"Nas tuas orações lembrados sejam meus pecados todos"..."Agradeço humildemente: bem, bem, bem"... "Não, eu não. nunca te dei nada"... "Deus deu-vos uma cara mas vós fabricais outra"... "Vai para um convento e vai depressa"
É nisto que tudo se resume. Percebes?
"Afecto! Ora, falas de acordo com teus verdes anos. Incautos em tão perigosa circunstância. Acreditas mesmo nisso a que chamas de sinais?"
A resposta será sempre: "meu senhor.". . . . meu?
"Não sei, meu senhor, que deva pensar"
Será sempre isto e nada mais.
"Nada mais?"
Nada mais.
Tal como nos dizem, O Hamlet é a peça das nossas vidas... de Todas as vidas.
Peço-te agora que fiques com isto. Um dia, a sala vai ser nossa e juntos o faremos. Um dia......................................................................................................................................................................................................................Apenas um dia.................................................
"Não representamos quando estamos em palco. Mas sim na vida"
"Quando estamos a falar não estamos no presente. Mas sim no passado ou no futuro"
(São com os maiores mestres que aprendemos)
terça-feira, 25 de maio de 2010
Ser ou não ser? Será mesmo melhor não ser?
Dançaste... Como brilhavas!
Sorristes... Como iluminaste!
Choraste... Como isso foi aliviante!
Ficaste bem, ficaste mal, enganaste-te e fizeste o correcto... Como isso tudo foi bem feito!
Não sabes como está a ser não existires. Cada vez menos existes. Cada vez menos fazes parte de mim. Continuo eu sentada à espera que passes, e quando passas? "quem me dera não o ter visto hoje. Quem me dera que ele não existisse de verdade. Quem me dera nunca o ter conhecido. Quem me dera que um dia se decidisse... (se decidisse por mim). Ahh, quem me dera... Quem em dera que me amasses como eu o faço contigo!" Porque é que hoje, ao apenas te dirigir uma palavra, sai a chorar como se o mundo fosse acabar? O que se passa contigo? Que se passa comigo? Que se passa "connosco"? É esta a decisão mais acertada? Nunca saberei!
(adeus!--> quem me dera puder dizer-to.
A saudade aperta!---> quem me dera conseguir não senti-lo)
Estou farta de escrever sempre e sempre o mesmo!!!
Sorristes... Como iluminaste!
Choraste... Como isso foi aliviante!
Ficaste bem, ficaste mal, enganaste-te e fizeste o correcto... Como isso tudo foi bem feito!
Não sabes como está a ser não existires. Cada vez menos existes. Cada vez menos fazes parte de mim. Continuo eu sentada à espera que passes, e quando passas? "quem me dera não o ter visto hoje. Quem me dera que ele não existisse de verdade. Quem me dera nunca o ter conhecido. Quem me dera que um dia se decidisse... (se decidisse por mim). Ahh, quem me dera... Quem em dera que me amasses como eu o faço contigo!" Porque é que hoje, ao apenas te dirigir uma palavra, sai a chorar como se o mundo fosse acabar? O que se passa contigo? Que se passa comigo? Que se passa "connosco"? É esta a decisão mais acertada? Nunca saberei!
(adeus!--> quem me dera puder dizer-to.
A saudade aperta!---> quem me dera conseguir não senti-lo)
Estou farta de escrever sempre e sempre o mesmo!!!
domingo, 23 de maio de 2010
Num lugar diferente
Pela primeira vez te escrevo ao acordar. Penso que os nossos pensamentos e quereres estão mais clarificados, mais sinceros. Dormi sobre o assunto, como normalmente faço. Sonhei (nunca passa disso). Sonhei contigo. E acho que os sonhos que temos, muitas vezes, são reflecções dos nossos desejos não realizados. Mas voltando ao que importa, acho que `nunca´ irei perceber se gostas mesmo de mim ou não. Porque o que mostras dá sempre para os dois lados. E como continuar assim está a prender-me a todos os níveis, prefiro acreditar que não gostas e ficar com as lembranças, as lembranças boas, que juntos tivemos. Ficarei sempre à tua espera, na esperança que te tornes claro. Mas será uma espera agora com vida, da minha parte.
Lembra-te: embora de modo diferente, vou ficar sempre aqui, mas desta vez de pé.
Lembra-te: embora de modo diferente, vou ficar sempre aqui, mas desta vez de pé.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Adeus?... Até logo.
Sinto-me aliviada por saber que já estás bem...
Como tudo muda sem darmos por nada, já reparaste? Pensamos que quando estamos longe de tudo o resto, apenas nós ficamos diferentes. Mas não... Por vezes somos nós que ficamos na mesma, porque continuamos sempre com o pensamento fixo daquilo que se altera constantemente... E em vez de deixarmos que as coisas aconteçam connosco, fazemos com que nós aconteçamos com os outros. É confuso... Estranho. Não te quero largar... Mas quero viver. Por qual optar? Largar-te e viver "mal", ou viver "mal" por não te conseguir largar?
Hoje disseram-me "não faças isso. Deixa de quererer sempre o 8 ou o 80"... Mas esse tem sido o meu maior erro, enfrentar o meio termo. As tuas dúvidas, as tuas indecisões, as tuas paranóias, as tuas...... ou as minhas?
Espero que hoje tenhas lido o meu monólogo e que eu dia seja teu... ou o nosso diálogo. Não interpretes de forma errada, mas preciso de descansar de ti. Desistir, sabes que não. Mas não quero que o ar me falte, tenho de respirar fundo. E para isso preciso de escolher o 8 do 80.
(Veremos quanto tempo durará!)
Como tudo muda sem darmos por nada, já reparaste? Pensamos que quando estamos longe de tudo o resto, apenas nós ficamos diferentes. Mas não... Por vezes somos nós que ficamos na mesma, porque continuamos sempre com o pensamento fixo daquilo que se altera constantemente... E em vez de deixarmos que as coisas aconteçam connosco, fazemos com que nós aconteçamos com os outros. É confuso... Estranho. Não te quero largar... Mas quero viver. Por qual optar? Largar-te e viver "mal", ou viver "mal" por não te conseguir largar?
Hoje disseram-me "não faças isso. Deixa de quererer sempre o 8 ou o 80"... Mas esse tem sido o meu maior erro, enfrentar o meio termo. As tuas dúvidas, as tuas indecisões, as tuas paranóias, as tuas...... ou as minhas?
Espero que hoje tenhas lido o meu monólogo e que eu dia seja teu... ou o nosso diálogo. Não interpretes de forma errada, mas preciso de descansar de ti. Desistir, sabes que não. Mas não quero que o ar me falte, tenho de respirar fundo. E para isso preciso de escolher o 8 do 80.
(Veremos quanto tempo durará!)
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